Tim Burton’s Alice in Wonderland.
1 mai
Olá meus queridos Losers!
Depois de uma semana um tanto cheia (sim, foi meu aniversário, agora sou grandinho e tenho 15 anos), volto a calçar os meus adorados sapatos vermelho cereja e venho hoje falar sobre o tão esperado filme da adaptação do clássico “Alice no País das Maravilhas” pelo Tim Burton. Preparados? Começamos depois do “(mais…)”.
Quem acompanha a coluna (cri cri), sabe o quanto estávamos ansioso para o lançamento do aguardado filme de “Alice In Wonderland”, que finalmente foi lançado nos cinemas brasileiros no dia 23 de Abril. Pois bem, assisti ao filme duas vezes: na pré-estréia às 00h e depois no dia 24 de Abril, uma vez com e outra sem o famoso e querido artifício da tecnologia 3D.
Admito que sou ainda da roça e acho incrivelmente incômodo passar a sessão inteira com aqueles óculos na cara para ver o filme, e ainda as legendas não ajudam nem um pouco quando elas parecem que estão a um palmo da sua cara. Além disso, não notei muitas partes que foram usadas a tecnologia, mas as cenas como a da famosa queda da Alice pelo buraco do coelho e de algumas partes de ação fazem o ingresso mais caro valer a pena.
Sobre o filme em si – ta, não é essas coisas toda. Não que isso seja tão ruim, já acho natural que o filme não supra todas as expectativas que temos com ele quando há tanta animação e ansiedade para o seu lançamento. Para ser mais sucinto e não falar demais, marcarei meus pontos positivos e negativos da película:
Pontos Positivos: Toda a parte visual do filme (os cenários, as caracterizações, as criaturas feitas digitalmente e a famosa maquiagem dos filmes do Tim ficaram impecáveis e roubaram a cena), o mix entre os dois contos clássicos de Lewis Carroll (“Alice no País das Maravilhas” e “Atráves do Espelho & O que Alice Encontrou Por Lá”) e, por fim, a Helena Bonham Carter como a Rainha Vermelha – com uma atuação ótima e com bastante comicidade, ela conseguiu criar mais um personagem icônico para o vasto catálogo de Burton.
Pontos Negativos: Senso demais para uma adaptação dos contos de Carroll, roteiro incrivelmente clichê, o Chapeleiro Maluco (sei que exatamente agora devem ter algumas centenas de leitores querendo me espancar, mas explicarei: Forçaram muito o Chapeleiro só por causa da interpretação do Depp nele. Encheram demais o personagem, que a princípio era só mais um coadjuvante, o que criou até uma competição de atenção entre ele e a própria Alice, e ainda inventaram uma amizadezinha enjoada entre eles que nunca existiu), além de algumas cenas de vergonha alheia (Se você já assistiu e viu Chapeleiro no final, sabe do que estou dizendo).
Apesar dos apesares, o filme detonou nas bilheterias do mundo inteiro e anda fazendo um sucesso incrível. E mesmo não sendo nem de perto o melhor, é mais um dos grandes filmes do diretor Tim Burton. Aprovadinho.
Com isso, considero oficialmente encerrado o caso Alice e nos encontramos aqui nessa mesma coluna qualquer dia desses. Beijos holandeses e até mais.



E eu ainda não vi.
Eu adorei o filme e não esperava uma continuação de Alice no País das Maravilhas dos desenhos/livros seilá. E concordo que enxeram demais a bola do Chapeleiro Maluco.